Não permita que o MEDO impeça você de realizar os seus sonhos, porque o tempo é o nosso bem mais precioso, sendo a vida curta demais para ser desperdiçada. Depois não adianta olhar no espelho e se arrepender dos entraves do passado, pois existem oportunidades que não voltam mais. E embora eu compactue com os ditados: “Antes tarde do que nunca” e “Nunca é tarde para recomeçar”, ainda assim, acredito que: “Quanto antes, melhor”. Por isso, vença os seus medos e viva a vida que você merece e sempre sonhou.

Os nossos medos são múltiplos e variados, além de derivarem de inúmeras causas que só em analise podemos nos aprofundar de forma mais apropriada. Porém, para além das razões do passado, devemos voltar a nossa atenção para as realizações do futuro. O que ainda queremos fazer e viver. Porque, a meu ver, a melhor forma de esquecer e vencer um trauma do passado, não é revisitá-lo, mas viver o presente intensamente com o olhar direcionado para frente. Realmente, deixar de lado o que viveu, e focar no que ainda quer viver, pois, repito, a vida é curta demais para ser desperdiçada.

O nosso cérebro traz como um dos seus princípios psicológicos básicos, a capacidade de memorizar, ou seja, registrar vivências que marcaram a nossa trajetória. Me refiro ao registro como uma marca, pois armazenamos principalmente, algo que nos marcou profundamente. Até mesmo porque, seria humanamente impossível memorizarmos todas as experiências vividas. Logo, lembramos de acordo com a relevância tanto positiva, quanto negativa, que certa passagem teve na nossa vida. Ou conforme nos envolvemos emocionalmente aos fatos. Assim, talvez você se lembre da data ou de onde estava quando recebeu a notícia de que as Torres Gêmeas foram atacadas.

Nesse sentido, perceba que todo registro, perpassa as nossas emoções, se tornando o resultado de fortes impactos mentais advindos de estímulos externos. Portanto, ninguém nasce com medo. Ele apenas se estabelece com o tempo à medida que vamos entrando em contato com as experiências e suas consequências. Por isso, uma criança é capaz de colocar seu dedo numa tomada, até tomar um choque e passar a se comportar de modo diferente. Com isso, programamos a nossa mente ao longo do tempo, condicionando-a a fugir ou se esquivar de situações que nos relembrem um trauma.

Porém, trago uma boa e uma má notícia. A boa, é que toda mente programada, pode ser reprogramada. Já a má notícia, é que se trata de uma tarefa árdua. Ainda assim, compactuo com o conceito de que vencer o medo não é fácil, mas também não é impossível. Por isso, foque no positivo. Pense nas realizações e esqueça as desilusões. Do passado, traga só o aprendizado. Para o futuro, fortaleça o seu desejo de realizar seus sonhos. E lembre-se que, o tempo está passando e o seu medo pode estar definindo como será a sua vida.

Enfim, ponha na balança, quem comanda você. Qual seu medo? Qual seu propósito? O que pesa mais, “a suposta paz” da zona de conforto da permanência, ou a turbulência das mudanças e realizações? Muitas vezes, vencemos um medo, quando percebemos o que está em jogo. Quando entramos em contato com a finitude, e NOS DAMOS CONTA de que se morrêssemos hoje, o nosso quebra cabeça estaria incompleto. Que o projeto da vida é uma ruína, porque culmina na morte. Porém, entre o nascer e o morrer, existe uma lacuna enorme que nos permite escrever a história que queremos viver.

Dizem que toda pessoa deveria plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Não sei se isso faz sentido, ou em que pé você anda. Mas todo dia Deus nos dá a oportunidade de “escrevermos” mais uma página da nossa existência. Muitos ainda se acovardam com medo do que os outros vão pensar. Mas não se preocupe com o que vão dizer ou pensar de você, porque já diziam nossas Mães Coachs que: “Quem vai pela cabeça dos outros é piolho”. Logo, lembre-se que os sonhos são seus e de mais ninguém. Você que tem que acreditar e decidir se vale a pena ou não arriscar. No final, creio que valerá mais a pena se arrepender pelo que fez, uma vez dando errado, do que se arrepender por não ter nem arriscado. Até mesmo porquê, conviver com as dúvidas também é cruel.

Agora reflita: Se ao contrário da ilustração acima, você pudesse ao se olhar no espelho, se enxergar no futuro, aos 80 anos, o que gostaria de dizer ou ouvir de você? O que faria diferente que ainda não fez?

Caso tenha refletido, ACORDA e AGE, que o tempo está se esgotando.

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Márcio Vaz
Palestrante, Psicólogo e Escritor
www.marciovaz.net

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