Segundo Sartre “Não importa o que fizeram com você. Importa é o que você faz com o que foi feito a você”. Afinal, vivenciar crises faz parte da vida, uma vez que não há como controlar 100% ou driblar a morte, as perdas, as decepções, os erros etc. Porém, existe um espaço de tempo entre o nascer e o morrer, em que nós podemos e devemos aprender a administrar melhor os nossos passos para alcançarmos melhores resultados.

Sendo assim, se a crise é inevitável, saiba que, quem estiver mais bem preparado, passará melhor por ela. Ou seja, em um dilúvio tem maior chance de escapar quem souber nadar. Logo, temos que nos esforçar para aprender ou ser estratégico, pois agir estrategicamente é a capacidade de nos anteciparmos as necessidades.

Por isso, se você não sabe nadar, use colete ou compre um bote salva-vidas. Até porque, problemas sempre existirão, a questão é: O que você pretende fazer para superá-los? Nadar ou Afundar? Fugir ou Agir? Enfrentá-los ou se Esconder? Reclamar ou Resolver? Se VIRAR ou arranjar mais uma desculpa?

Entenda, embora nem sempre seja fácil, a vida é feita de escolhas, cabendo a você decidir o que fazer. Faça da sua dificuldade, um incentivo para mudar de realidade. Pois todo sofrimento, serve como alerta de que algo precisa ser feito, independente dos seus recursos e das circunstâncias. Mesmo porque, oportunidade quando não se tem, se cria. Sendo na hora que o “caldo esquenta”, que somos convidados a sair da nossa zona de conforto. Portanto, evite as desculpas e procure por soluções.

Nesse sentido, caso você queira aprender a falar inglês e tenha condições de fazer um intercâmbio, ótimo, aproveita. Mas se não tiver recursos, se valha da biblioteca pública ou de cursos gratuitos na internet para se desenvolver. Lógico que os resultados virão em tempos diferentes, porém devagar também se vai ao longe. A lei do maior esforço e da meritocracia sempre falarão mais alto, porque muitos desperdiçam as oportunidades que tem, enquanto outros criam as oportunidades que não tem.

Posto isso, saiba que não existem regras para o sucesso. Há quem venha do “nada” e construa um império, assim como, quem nasça em um castelo e o veja desmoronar. No fim, não importa de onde cada um veio, o que importa é que sempre será possível progredir, quando se traz para si, o senso de auto responsabilidade para criar ou dar continuidade a um legado.

Há quem diga que algumas pessoas nascem com sorte, mas sorte é o nome que o preguiçoso dá aos esforços que ele não faz. Pois, independentemente das suas circunstâncias, tudo requer esforço, tanto partir do zero, quanto a responsabilidade de dar continuidade a uma obra já iniciada. Ambas as situações, requerem preparo e constância para engrenar e perpetuar. Já quem tem preguiça sucumbirá na sua própria apatia e incompetência.

Por fim, busque o conhecimento necessário e preocupe-se mais em fortalecer o seu legado do que crescer o seu patrimônio, pois bens vem e vão, mas seus exemplos serão eternizados e ficam registrados na vida de quem sempre esteve ao seu lado. Agora, saber fazer bom uso ou não de um legado, é uma questão de escolha, tomada de decisão e implementação.

Afinal, herança nas mãos de um alienado, se perde, porém, quem internaliza de um legado, bons exemplos e boas experiências, cresce e se reergue onde quer que esteja, pois carrega consigo a metodologia do – TE VIRA – Se não Tem Recursos – CRIA. Desse modo, trabalhe mais o SER do que o TER, pois seus resultados virão como consequência das suas competências.

Márcio Vaz
Palestrante, Psicólogo, Coach e Escritor.
www.marciovaz.net

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